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Ramón Díaz exalta mérito dos jogadores do Corinthians

Caíque Guirao

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O Corinthians finalmente voltou a conqusitar um título após 6 anos de jejum, e Ramón Díaz fez questão de exaltar o mérito dos jogadores.

O técnico e seu auxiliar também revelaram que alguns atletas fizeram um esforço a mais para jogar.

Rodrigo Garro pediu para jogar

Depois do último treino antes da final, o argentino saiu da atividade reclamando de dores no joelho. No entanto Emiliano Díaz disse que o meia pediu para jogar de qualquer maneira.

“O Gordo (Garro) foi incrível. Ele sentiu ontem, não podia caminhar. Preparamos outra opção de jogo, ele acordou e mandou mensagem: ‘Vou jogar mesmo que seja o último jogo da minha carreira'”.

E então continuou, comentando a lesão “não temos outro jeito que não seja rezar. Não é uma lesão grave, é uma dor forte. Depende dele, de como se sente. Está fazendo de tudo, ficou semanas fora e não melhorou. Precisamos ser justos para que ele se cure”.

André Carrillo e José Martínez

Ambos os jogadores atuaram por suas seleções na última terça-feira (25), mas também entraram como titulares na final do estadual.

“Estávamos ansiosos, ganhamos de visitante e foi difícil manejar a ansiedade. O que fez o Martínez e o Carrillo, de jogar praticamente quase 24 horas depois, foi incrível”, disse o auxiliar.

Ramón Díaz dá mérito aos jogadores

Ao ser questionado sobre o duelo contra Abel Ferreira, o técnico elogiou o clube e o treinador adversários, mas exaltou o trabalho de seus atletas.

“Sei que é um grande treinador, é um grande clube. Ganharam os últimos torneios aqui e era um desafio para nós. O mais importante é que o grupo competiu e foi agressivo, tivemos coragem de enfrentar esse tipo de partida. O mérito é exclusivamente dos jogadores. Eles tiveram muita coragem em um momento muito difícil do Corinthians, estamos felizes por isso”.

Receio na hora do pênalti?

Ramón foi questionado sobre o que achava que aconteceria na hora da penalidade, e revelou que tinha confiança no arqueiro.

“(Pensei) que ele ia agarrar (risos). Estávamos tranquilos, há duas ou três partidas ele também havia defendido. Tem a nossa confiança, o destino está marcado. São situações que não vão muda. Há coisas que estão marcadas, creio muito no destino, tenho fé e confiança nos jogadores. Foi um prêmio justo para nós, estamos muito felizes”.

Crença no trabalho

Emiliano Díaz comentou todo o trabalho que tiveram desde que chegaram no Corinthians, até a conquista do Paulistão.

“Sempre acreditamos em nós. Chegamos a duas semifinais no ano passado em um momento muito delicado no Brasileirão, mesmo assim chegamos nas semifinais. Depois do que houve contra o Barcelona, aquilo foi uma porrada muito grande para nós internamente. Vínhamos de jogos bons, depois dessa porrada voltamos a ser o Corinthians. O grupo começou a sentir outra coisa, um sangue no olho que tivemos lá atrás quando estávamos na zona de rebaixamento. Depois daquele jogo falamos que seríamos campeões do Paulistão. Sempre falo com o grupo que é muito difícil que todos participem do título, todos tiveram minutagem e possibilidade, mas aqui todos participaram. Acho que essa foi a chave do título”.

Planos para o futuro

O auxiliar seguiu falando da mentalidade do trabalho que fazem com o time, e já projetou os próximos compromissos do Timão.

“Acho que a mentalidade que trabalhamos, desde que chegamos, é de não se conformar nunca. Quebrar um jejum de seis anos nos deixa orgulhosos pelo grupo, pelo o que eles fizeram. Não é fácil, eles sofriam a pressão disso, havia a necessidade e a pressão de vencer e os jogadores estavam pagando por isso. Podemos relaxar hoje, mas amanhã temos que pensar no Bahia, depois tem o Huracán. É assim que funciona os grandes clubes, temos essa mentalidade e queremos pensar nisso. Podemos desfrutar hoje do título, amanhã já temos trabalho”.