Enfrentando uma sequência intensa, Fernando Diniz achou melhor poupar alguns atletas neste confronto entre Corinthians e Barra/SC.
O treinador também destacou que os adversários não eram tão fáceis e que a vitória foi justa.
Vitória justa
Ainda que muitos não saibam, o Barra é o atual campeão catarinense, portanto não seria um adversário tão inocente.
“No primeiro tempo, a gente jogou pior, quando fizemos um 1 a 0. No segundo tempo, a gente melhorou, com mais chegadas, finalizações e cruzamentos perigosos. Fizemos um treino só com este time. Foi uma vitória justa, diante de um adversário bem difícil. Barra é uma equipe nova, desconhecida no cenário nacional, mas atual campeão catarinense. A gente encarou com o máximo de seriedade o nosso adversário”.
Melhora na defesa
Em 5 jogos no comando do Timão, o treinador emendou uma sequência de 5 partidas sem sofrer um único gol.
“Acho que é uma questão de vontade, de desejo, de trabalhar, para melhorar o sistema defensivo. Passamos por algumas situações que não precisava. Os jogadores estão muito dedicados com a situação defensiva. Não é quatro defensores e volantes. É o time como um todo. Está tendo uma entrega muito grande. Começo com Lingard e Pedro Raul, e eles sabem que isso é importante para a equipe, para facilitar os defensores”.
Diniz comentou a dificuldade para atacar
Assim como na partida anterior, o Corinthians teve muitas dificuldades para acertar a meta adversária. Especificamente neste confronto diante do Barra, o comandante deu sua visão sobre o que aconteceu.
“Primeiro, a gente estava marcando bem no primeiro tempo. Não é que está perfeito, mas, com uma sequência de jogos e por ser um time modificado, fomos muito bem. A ausência de finalização, chegamos muito pouco. No segundo tempo o time foi melhor a postura. Considerando o dia que tivemos de treino, gostei do segundo tempo. O primeiro eu achei bem abaixo a questão ofensiva”.
Poupando atletas
Mesmo que tenha exposto sua intenção de seguir escalando o mesmo time titular, Fernando Diniz acabou modificando a equipe para o jogo desta última terça (21) e, em sua visão, foi o certo a se fazer.
“Falei depois do jogo contra o Santa Fé, jogador nao é só musculo e osso, é também, mas não é só isso. Juntando os componentes, dados fisiológicos, conversando com jogadores e a percepção que eu tive após o jogo do Vitória, eu achei que era momento importante para preservar os jogadores. Não era um time muito mesclado, praticamente todo modificado. Eu acho que foi a somatária de todos os fatores, fisiológicos e da percepção. E da conversa. Eu gosto de conversar para tomar as melhores decisões. Foi um acerto tirar o pé para que os jogadores pudessem se recuperar bem. E nós temos elenco de qualidade. Jogadores têm nível muito parecido”.









