Presença constante nas convocações do Brasil mesmo antes da chegada de Arthur Elias, Duda Sampaio chegou aos 50 jogos vestindo a camisa amarelinha.
A meio-campista foi homenageada nesta última sexta-feira (05), antes do amistoso diante dos Estados Unidos na Neo Química Arena, onde ela foi titular.
Emoção ao atingir a marca
Duda Sampaio se diz muito contente pelo número atingido, e admite que o frio na barriga permanece o mesmo.
“Sem dúvidas, estou muito feliz pelo momento. Acho que ainda não tenho noção do tamanho que é completar 50 jogos pela Seleção Brasileira. Eu me lembro das primeiras convocações, sempre com aquela ansiedade. E poder viver isso hoje, mesmo depois de tanto tempo defendendo a Seleção, ainda com esse mesmo intuito de estar aqui para melhorar, é muito especial”.
Comissão técnica e desenvolvimento da equipe
A meia trabalha com Cris Gambaré e Arthur Elias desde os tempos de Corinthians.
“Tenho muito carinho por toda a comissão técnica, mas principalmente pelo Arthur, por toda a história que construímos trabalhando juntos no Corinthians. Sem dúvidas, isso me traz ainda mais confiança para poder aproveitar os momentos dentro de campo”.
Ela acredita que a próxima Copa ajuda a desenvolver mais a equipe, mas o trabalho vai além disso.
“A Copa, sim, tem muita parte, mas hoje eu trabalho numa equipe que dá total suporte para a gente conseguir continuar desenvolvendo. Acho que, para mim, o fundamental é isso, né? Estar em um lugar onde eu consiga desenvolver, independente de ser tático, técnico, fisicamente. Então, acho que esse trabalho que o Corinthians tem, isso é muito importante”.
Duda Sampaio projeta seu futuro
Ainda escrevendo sua história na seleção, a braba destaca que continua focada em jogar no Corinthians.
“Mas hoje o meu objetivo principal é continuar jogando no Corinthians e estar aqui na seleção. Então, acho que isso, estando acontecendo há tanto tempo, eu não tenho essa pressa, não tenho esse pensamento tão necessário de sair. Acho que estando em um lugar onde me faça crescer, estando aqui na seleção, tendo convocações recorrentes, isso para mim é fundamental”.









